{"id":91291,"date":"2026-06-10T17:29:20","date_gmt":"2026-06-10T20:29:20","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/os-impasses-na-relacao-brasil-china\/"},"modified":"2026-06-10T17:29:20","modified_gmt":"2026-06-10T20:29:20","slug":"os-impasses-na-relacao-brasil-china","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/os-impasses-na-relacao-brasil-china\/","title":{"rendered":"Os impasses na rela\u00e7\u00e3o Brasil-China"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1023\" height=\"493\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/photo_4994860349378989166_y.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/photo_4994860349378989166_y.jpg 1023w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/photo_4994860349378989166_y-300x145.jpg 300w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/photo_4994860349378989166_y-768x370.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1023px) 100vw, 1023px\"><figcaption>Foto: Ricardo Stuckert<\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p><imgsrc=\"\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\".\" border=\"0\">\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A ascens\u00e3o da China recolocou no centro do debate uma velha quest\u00e3o da economia pol\u00edtica brasileira: como transformar v\u00ednculos externos em desenvolvimento interno? Para o Brasil, o com\u00e9rcio com o gigante asi\u00e1tico trouxe ganhos cambiais, super\u00e1vits comerciais e algum al\u00edvio externo, mas tamb\u00e9m refor\u00e7ou a especializa\u00e7\u00e3o em commodities e a perda de densidade industrial, um dilema que a tradi\u00e7\u00e3o desenvolvimentista j\u00e1 havia diagnosticado como express\u00e3o da depend\u00eancia estrutural (FURTADO, 2007; TAVARES, 1972).<\/p>\n<p>O problema, portanto, n\u00e3o \u00e9 a China em si. O problema \u00e9 a forma como o Brasil se insere nessa rela\u00e7\u00e3o: exportando soja, min\u00e9rio de ferro e petr\u00f3leo, enquanto importa m\u00e1quinas, componentes e bens de maior conte\u00fado tecnol\u00f3gico. Sem pol\u00edtica industrial, coordena\u00e7\u00e3o estatal e estrat\u00e9gia tecnol\u00f3gica, a parceria sino-brasileira tende a reproduzir heteronomia, e n\u00e3o autonomia produtiva (BRESSER-PEREIRA, 2014; BELLUZZO, 2013).<\/p>\n<h3><strong>A nova centralidade chinesa<\/strong><\/h3>\n<p>Em poucas d\u00e9cadas, a China se tornou a principal plataforma manufatureira do capitalismo global. Isso n\u00e3o ocorreu por \u201cmilagre de mercado\u201d, mas por uma combina\u00e7\u00e3o de planejamento estatal, pol\u00edtica industrial, cr\u00e9dito dirigido e expans\u00e3o agressiva da capacidade produtiva. O resultado foi a constru\u00e7\u00e3o de um parque industrial raro entre economias que chegaram tardiamente \u00e0 moderniza\u00e7\u00e3o capitalista (CHANG, 2004; RODRIK, 2011).<\/p>\n<div>\n<div><imgsrc=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/14--11.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/14--11.png 680w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/14-1-300x110.png 300w\" sizes=\"(max-width: 680px) 100vw, 680px\" width=\"680\" height=\"250\"><\/div>\n<\/div>\n<p>No Brasil, a virada chinesa coincidiu com a intensifica\u00e7\u00e3o da pauta exportadora prim\u00e1ria. A partir dos anos 2000, o pa\u00eds passou a vender mais min\u00e9rio, soja, petr\u00f3leo bruto e celulose, ao mesmo tempo em que importava mais manufaturas e insumos de maior complexidade. A rela\u00e7\u00e3o bilateral se fortaleceu, mas em bases assim\u00e9tricas, com ganhos comerciais de curto prazo e perdas estruturais de longo prazo (MDIC, 2025; UNCTAD, 2024).<\/p>\n<p>Essa assimetria importa porque desenvolvimento n\u00e3o \u00e9 apenas crescer. Desenvolvimento sup\u00f5e mudan\u00e7a da estrutura produtiva, internaliza\u00e7\u00e3o do progresso t\u00e9cnico e amplia\u00e7\u00e3o da capacidade de decis\u00e3o nacional. Quando o com\u00e9rcio refor\u00e7a especializa\u00e7\u00f5es regressivas, ele pode aumentar o faturamento externo sem ampliar a autonomia econ\u00f4mica.<\/p>\n<h3><strong>Depend\u00eancia e reprimariza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Celso Furtado \u00e9 decisivo para entender esse impasse. Em sua leitura, o subdesenvolvimento n\u00e3o \u00e9 uma etapa \u201catrasada\u201d de um caminho linear, mas uma forma espec\u00edfica de inser\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica no capitalismo mundial (FURTADO, 1961; FURTADO, 2007). Isso ajuda a interpretar a trajet\u00f3ria brasileira recente: a expans\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es para a China aliviou restri\u00e7\u00f5es externas, mas aprofundou a depend\u00eancia de poucos produtos b\u00e1sicos.<\/p>\n<p>A reprimariza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno neutro. Economias com forte peso de commodities tendem a apresentar menor difus\u00e3o tecnol\u00f3gica, menor complexidade produtiva e maior vulnerabilidade \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os internacionais. Al\u00e9m disso, a depend\u00eancia de setores prim\u00e1rios costuma pressionar a taxa de c\u00e2mbio e reduzir a competitividade industrial dom\u00e9stica, refor\u00e7ando a chamada doen\u00e7a holandesa (BRESSER-PEREIRA, 2003; BRESSER-PEREIRA, 2014).<\/p>\n<p>Maria da Concei\u00e7\u00e3o Tavares aprofundou esse diagn\u00f3stico ao mostrar que industrializa\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica e heterogeneidade estrutural caminham juntas. Mesmo quando h\u00e1 crescimento, ele pode coexistir com fragmenta\u00e7\u00e3o produtiva, baixa produtividade e forte desigualdade entre setores modernos e setores atrasados (TAVARES, 1972). No caso brasileiro, a rela\u00e7\u00e3o com a China atualizou esse padr\u00e3o: exporta-se o que tem menor valor agregado e importa-se o que concentra conhecimento e tecnologia.<\/p>\n<h3><strong>Estrat\u00e9gia nacional<\/strong><\/h3>\n<p>A pergunta central n\u00e3o deveria ser se o Brasil deve ou n\u00e3o comerciar com a China. A pergunta relevante \u00e9 outra: sob quais condi\u00e7\u00f5es essa rela\u00e7\u00e3o pode fortalecer capacidades internas? \u00c9 aqui que o novo desenvolvimentismo oferece uma pista importante. Para Bresser-Pereira, desenvolvimento exige taxa de c\u00e2mbio competitiva, investimento produtivo e pol\u00edtica industrial consistente, em vez de mera confian\u00e7a na aloca\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea do mercado (BRESSER-PEREIRA, 2014).<\/p>\n<p>A experi\u00eancia chinesa mostra o oposto do receitu\u00e1rio liberal perif\u00e9rico. O pa\u00eds combinou prote\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, investimento p\u00fablico, planejamento industrial e captura ativa de tecnologia. J\u00e1 o Brasil oscilou entre liberaliza\u00e7\u00e3o financeira, juros elevados, descontinuidade industrial e depend\u00eancia de ciclos externos. Nessa compara\u00e7\u00e3o, a diferen\u00e7a n\u00e3o est\u00e1 apenas no com\u00e9rcio, mas na capacidade do Estado de organizar uma estrat\u00e9gia (RODRIK, 2011; CHANG, 2004).<\/p>\n<div>\n<div><imgsrc=\"\" alt=\"\" width=\"1456\" height=\"180\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Belluzzo ajuda a ver o quadro mais amplo: o capitalismo contempor\u00e2neo segue estruturado por hierarquias entre centros tecnol\u00f3gicos e periferias exportadoras (BELLUZZO, 2013). A ascens\u00e3o chinesa n\u00e3o elimina essas assimetrias; ela apenas reposiciona os atores dentro delas. O desafio brasileiro \u00e9 impedir que a integra\u00e7\u00e3o com a China se limite \u00e0 venda de prim\u00e1rios e \u00e0 compra de industrializados.<\/p>\n<h3><strong>Dimens\u00e3o regional<\/strong><\/h3>\n<p>Wilson Cano \u00e9 fundamental para introduzir a dimens\u00e3o regional desse problema. A industrializa\u00e7\u00e3o brasileira se concentrou historicamente no Centro-Sul, deixando vastas \u00e1reas do pa\u00eds em posi\u00e7\u00e3o subordinada na divis\u00e3o interna do trabalho (CANO, 2007). Isso significa que a depend\u00eancia externa tamb\u00e9m \u00e9 uma depend\u00eancia territorial: n\u00e3o afeta todas as regi\u00f5es do mesmo modo.<\/p>\n<p>No caso do Nordeste, a quest\u00e3o ganha relevo especial. A transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, a expans\u00e3o de cadeias ligadas \u00e0 bioeconomia e a reindustrializa\u00e7\u00e3o verde abrem oportunidades concretas, mas elas s\u00f3 ser\u00e3o virtuosas se vierem acompanhadas de encadeamentos produtivos, forma\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e integra\u00e7\u00e3o com o restante da economia nacional. Caso contr\u00e1rio, o risco \u00e9 repetir o velho padr\u00e3o de enclave: investimento moderno em territ\u00f3rio perif\u00e9rico, com baixo impacto sobre a estrutura produtiva local.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 uma agenda especialmente relevante para quem pensa desenvolvimento regional. O Nordeste pode ser espa\u00e7o de experimenta\u00e7\u00e3o de uma nova industrializa\u00e7\u00e3o, desde que o pa\u00eds abandone a l\u00f3gica de exportar valor bruto e importar valor agregado.<\/p>\n<h3><strong>Nova ind\u00fastria<\/strong><\/h3>\n<p>A Nova Ind\u00fastria Brasil recoloca o Estado como coordenador estrat\u00e9gico do investimento produtivo, mobilizando instrumentos como BNDES, Finep e Embrapii. Em princ\u00edpio, a iniciativa aponta para uma recupera\u00e7\u00e3o da capacidade de planejamento industrial, com prioridade para transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, sa\u00fade, digitaliza\u00e7\u00e3o, defesa e complexos tecnol\u00f3gicos mais sofisticados (MDIC, 2025).<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que nenhuma pol\u00edtica industrial funciona isoladamente. Sem coordena\u00e7\u00e3o macroecon\u00f4mica, cr\u00e9dito direcionado, conte\u00fado local e continuidade institucional, programas desse tipo correm o risco de virar enunciado sem transforma\u00e7\u00e3o estrutural. A pol\u00edtica industrial s\u00f3 ganha densidade quando dialoga com taxa de c\u00e2mbio, financiamento, inova\u00e7\u00e3o e compras p\u00fablicas (BRESSER-PEREIRA, 2014; IPEA, 2025).<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o com a China pode ser \u00fatil nesse processo, desde que subordinada a objetivos nacionais claros. Parcerias industriais, joint ventures e transfer\u00eancia tecnol\u00f3gica podem ajudar a reconstruir capacidades produtivas. Mas, sem esse enquadramento, a coopera\u00e7\u00e3o tende a reproduzir a depend\u00eancia que diz combater.<\/p>\n<h3><strong>Considera\u00e7\u00f5es finais<\/strong><\/h3>\n<p>A China n\u00e3o \u00e9, por si s\u00f3, uma alternativa sist\u00eamica \u00e0 depend\u00eancia brasileira. Ela pode ser parceira estrat\u00e9gica, mas tamb\u00e9m pode refor\u00e7ar padr\u00f5es antigos de heteronomia econ\u00f4mica, agora sob uma nova geografia do capitalismo global. O resultado depende menos da pot\u00eancia asi\u00e1tica do que da capacidade do Brasil de formular sua pr\u00f3pria estrat\u00e9gia de desenvolvimento (FURTADO, 2007; BRESSER-PEREIRA, 2014).<\/p>\n<p>Se o pa\u00eds continuar exportando commodities e importando tecnologia, a rela\u00e7\u00e3o bilateral seguir\u00e1 sendo assim\u00e9trica. Se, ao contr\u00e1rio, conseguir articular pol\u00edtica industrial, integra\u00e7\u00e3o regional, transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e soberania produtiva, a parceria com a China poder\u00e1 servir como alavanca de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O dilema \u00e9 pol\u00edtico antes de ser comercial. E talvez essa seja a li\u00e7\u00e3o mais importante: desenvolvimento n\u00e3o se improvisa na balan\u00e7a comercial; ele se constr\u00f3i na disputa pelo comando da estrutura produtiva.<\/p>\n<hr>\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>BELLUZZO, Luiz Gonzaga. O capital e suas metamorfoses. S\u00e3o Paulo: Unesp, 2013.<\/p>\n<p>BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. Desenvolvimento e crise no Brasil. S\u00e3o Paulo: Editora 34, 2003.<\/p>\n<p>BRESSER-PEREIRA, Luiz Carlos. A constru\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do Brasil. S\u00e3o Paulo: Editora 34, 2014.<\/p>\n<p>CANO, Wilson. Desequil\u00edbrios regionais e concentra\u00e7\u00e3o industrial no Brasil. Campinas: Unicamp, 2007.<\/p>\n<p>CHANG, Ha-Joon. Chutando a escada. S\u00e3o Paulo: Unesp, 2004.<\/p>\n<p>FURTADO, Celso. Desenvolvimento e subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1961.<\/p>\n<p>FURTADO, Celso. Forma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Brasil. S\u00e3o Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007.<\/p>\n<p>IPEA. Indicadores de estrutura produtiva brasileira. Bras\u00edlia, 2025.<\/p>\n<p>MDIC. ComexStat. Bras\u00edlia, 2025.<\/p>\n<p>RODRIK, Dani. The globalization paradox. New York: Norton, 2011.<\/p>\n<p>TAVARES, Maria da Concei\u00e7\u00e3o. Da substitui\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es ao capitalismo financeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.<\/p>\n<p>UNCTAD. Trade and Development Report. Geneva: United Nations, 2024.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. 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Beijing pode ser parceiro estrat\u00e9gico, ou refor\u00e7ar padr\u00f5es antigos de depend\u00eancia \u2013 e o dilema \u00e9 pol\u00edtico, antes de comercial<\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/mercadovsdemocracia\/os-impasses-na-relacao-brasil-china\/\">Os impasses na rela\u00e7\u00e3o Brasil-China<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/\">Outras Palavras<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":91292,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[45,66678,8834,10651,292,5860,6569,66679,12235,66680,6021,66681,5422,25103,21443,31867,35,553],"tags":[],"class_list":["post-91291","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil","category-capacidade-produtiva","category-capitalismo-global","category-celso-furtado","category-china","category-commodities","category-desenvolvimentismo","category-desenvolvimento-interno","category-industrializacao-brasileira","category-industrializacao-periferica","category-mercado-x-democracia","category-plataforma-manufatureira","category-politica-brasileira","category-politica-industrial","category-relacao-bilateral","category-reprimarizacao","category-tecnologia","category-transicao-energetica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91291","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=91291"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91291\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/91292"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=91291"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=91291"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=91291"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}