{"id":91901,"date":"2026-06-15T15:36:51","date_gmt":"2026-06-15T18:36:51","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/uma-nova-safra-de-socialistas-a-juventude-constroi-o-futuro-agora\/"},"modified":"2026-06-15T15:36:51","modified_gmt":"2026-06-15T18:36:51","slug":"uma-nova-safra-de-socialistas-a-juventude-constroi-o-futuro-agora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/uma-nova-safra-de-socialistas-a-juventude-constroi-o-futuro-agora\/","title":{"rendered":"Uma nova safra de socialistas: a juventude constr\u00f3i o futuro agora"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"857\" height=\"575\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Ubes-foto-capa.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Ubes-foto-capa.jpg 857w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Ubes-foto-capa-300x201.jpg 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Ubes-foto-capa-768x515.jpg 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Ubes-foto-capa-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 857px) 100vw, 857px\"><\/p>\n<p>As reflex\u00f5es que d\u00e3o origem a este texto foram constru\u00eddas a partir do estudo e da leitura do editorial <em>\u201cAtaque dos porta-vozes do capitalismo mostra prest\u00edgio do socialismo\u201d<\/em>, publicado no portal Vermelho. O texto chama aten\u00e7\u00e3o para um fen\u00f4meno cada vez mais evidente: o crescimento do interesse pelas ideias socialistas entre amplos setores da juventude, ao mesmo tempo em que setores conservadores intensificam seus ataques a essas concep\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O termo \u201cuma nova safra de socialistas\u201d, frequentemente utilizado de forma pejorativa por defensores da ordem capitalista, acaba revelando uma realidade que j\u00e1 n\u00e3o pode ser ignorada: cresce entre a juventude uma percep\u00e7\u00e3o cr\u00edtica sobre os rumos do mundo e a necessidade de construir alternativas ao modelo vigente. Trata-se de uma gera\u00e7\u00e3o que n\u00e3o apenas opina sobre os problemas do presente, mas busca compreender suas causas e apontar novos caminhos para a economia, a pol\u00edtica e a organiza\u00e7\u00e3o da sociedade.<\/p>\n<p>Enquanto a polariza\u00e7\u00e3o promovida pelos setores dominantes tenta refor\u00e7ar valores como a competi\u00e7\u00e3o desenfreada, o individualismo e uma vis\u00e3o distorcida da meritocracia, grande parte da juventude se mostra cada vez mais atenta \u00e0s guerras, \u00e0s investidas imperialistas e \u00e0s consequ\u00eancias sociais de um sistema econ\u00f4mico que concentra riqueza e amplia desigualdades. Essa mudan\u00e7a de perspectiva abre espa\u00e7o para o fortalecimento das organiza\u00e7\u00f5es juvenis comprometidas com a transforma\u00e7\u00e3o social, mas tamb\u00e9m evidencia a import\u00e2ncia da disputa de ideias em novos territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>H\u00e1 anos essa disputa acontece nas redes sociais e plataformas digitais como TikTok, Twitch, Reddit e Discord. Embora a esquerda tenha perdido espa\u00e7o em determinados momentos para discursos excessivamente personalistas, experi\u00eancias coletivas desenvolvidas por organiza\u00e7\u00f5es juvenis e movimentos sociais demonstram que \u00e9 poss\u00edvel construir influ\u00eancia pol\u00edtica a partir da organiza\u00e7\u00e3o, da forma\u00e7\u00e3o e da comunica\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n<p>Nesse contexto, o lema do nosso congresso \u201c<strong>O futuro \u00e9 agora: por um Brasil de esperan\u00e7a e socialista\u201d<\/strong>\u00a0 nos convoca a assumir uma responsabilidade hist\u00f3rica. Ele coloca a juventude no centro da narrativa e reafirma que somos protagonistas das transforma\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para o pa\u00eds. Somos n\u00f3s que abandonamos os estudos para trabalhar, que enfrentamos a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho e os subempregos, que convivemos diariamente com a inseguran\u00e7a econ\u00f4mica e que, muitas vezes, somos levados pelas falsas promessas do empreendedorismo individual como solu\u00e7\u00e3o para problemas coletivos.<\/p>\n<p>A crise estrutural do capitalismo torna essa realidade cada vez mais evidente. O aumento da desigualdade social, a precariza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de trabalho, as guerras, a crise ambiental, a infla\u00e7\u00e3o, o alto custo da moradia e a inseguran\u00e7a diante das transforma\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas s\u00e3o express\u00f5es de um sistema que demonstra limites profundos para responder \u00e0s necessidades da maioria da popula\u00e7\u00e3o. Assim como o capitalismo surgiu das contradi\u00e7\u00f5es do feudalismo, ele tamb\u00e9m produz as condi\u00e7\u00f5es para sua pr\u00f3pria supera\u00e7\u00e3o. As dificuldades concretas enfrentadas pela juventude alimentam a busca por alternativas e impulsionam o crescimento do interesse pelo socialismo.<\/p>\n<p>O debate apresentado a partir do editorial da revista The Economist sobre o chamado \u201csocialismo da Gera\u00e7\u00e3o Z\u201d ilustra bem esse fen\u00f4meno. Mesmo defendendo o combate \u00e0s ideias socialistas, o pr\u00f3prio editorial reconhece que os jovens enfrentam problemas reais relacionados ao custo de vida, \u00e0 moradia e \u00e0 inseguran\u00e7a quanto ao futuro do trabalho. A preocupa\u00e7\u00e3o desses setores n\u00e3o decorre apenas da exist\u00eancia de jovens insatisfeitos, mas do fato de que muitos deles come\u00e7am a identificar no socialismo uma alternativa para enfrentar os desafios contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p>Essa constata\u00e7\u00e3o revela uma mudan\u00e7a importante no cen\u00e1rio pol\u00edtico e ideol\u00f3gico. Durante d\u00e9cadas, difundiu-se a ideia de que o socialismo havia sido definitivamente derrotado e que o capitalismo representava o \u00fanico caminho poss\u00edvel para a humanidade. No entanto, a experi\u00eancia concreta das novas gera\u00e7\u00f5es vem colocando essa narrativa em xeque. Nossa gera\u00e7\u00e3o cresceu assistindo a sucessivas crises econ\u00f4micas, ao aumento da desigualdade, \u00e0 dificuldade de inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho e ao enfraquecimento das perspectivas de ascens\u00e3o social. Ao mesmo tempo, testemunhamos um avan\u00e7o tecnol\u00f3gico sem precedentes, capaz de produzir riqueza em escala gigantesca, mas que continua concentrada nas m\u00e3os de poucos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, torna-se cada vez mais urgente discutir o papel da tecnologia na constru\u00e7\u00e3o do futuro. Uma das maiores preocupa\u00e7\u00f5es da juventude atualmente est\u00e1 relacionada aos impactos das novas tecnologias sobre o mundo do trabalho. A automa\u00e7\u00e3o, a intelig\u00eancia artificial e os avan\u00e7os digitais s\u00e3o frequentemente apresentados como amea\u00e7as aos empregos e \u00e0 estabilidade econ\u00f4mica das novas gera\u00e7\u00f5es. Essa preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 leg\u00edtima, mas revela um problema mais profundo: a tecnologia, hoje, est\u00e1 majoritariamente concentrada nas m\u00e3os de grandes corpora\u00e7\u00f5es globais que orientam sua produ\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o segundo a l\u00f3gica do lucro, e n\u00e3o das necessidades humanas.<\/p>\n<p>O problema n\u00e3o est\u00e1 na tecnologia em si, mas em quem a controla e para quais objetivos ela \u00e9 desenvolvida. Em vez de servir \u00e0 redu\u00e7\u00e3o das desigualdades, \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o do acesso ao conhecimento e \u00e0 melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o, grande parte das inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas acaba sendo utilizada para ampliar a concentra\u00e7\u00e3o de riqueza, precarizar rela\u00e7\u00f5es de trabalho, intensificar mecanismos de vigil\u00e2ncia e aprofundar a depend\u00eancia dos pa\u00edses perif\u00e9ricos em rela\u00e7\u00e3o aos grandes centros do capitalismo mundial.<\/p>\n<p>Por isso, defender um projeto nacional de desenvolvimento tamb\u00e9m significa defender uma tecnologia para todos. Uma tecnologia socialmente orientada, comprometida com a soberania nacional, com a democratiza\u00e7\u00e3o do conhecimento e com a melhoria da vida do povo brasileiro. O Brasil n\u00e3o pode se limitar a consumir tecnologias produzidas por outros pa\u00edses; precisa formar cientistas, pesquisadores, programadores, engenheiros e trabalhadores capazes de desenvolver solu\u00e7\u00f5es voltadas para os desafios nacionais.<\/p>\n<p>Nesse sentido, \u00e9 fundamental que a educa\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica esteja presente nas salas de aula de todo o pa\u00eds. N\u00e3o apenas como forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para o mercado de trabalho, mas como instrumento de emancipa\u00e7\u00e3o, criatividade e desenvolvimento nacional. Precisamos garantir que as escolas brasileiras preparem uma gera\u00e7\u00e3o capaz de compreender, produzir e disputar os rumos da revolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica em curso. Investir em ci\u00eancia, tecnologia e inova\u00e7\u00e3o desde a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e9 construir soberania, fortalecer a ind\u00fastria nacional e preparar os jovens para serem protagonistas do futuro, e n\u00e3o apenas consumidores passivos de tecnologias produzidas por interesses privados.<\/p>\n<p>A luta por um Brasil soberano e socialista passa tamb\u00e9m pela democratiza\u00e7\u00e3o da tecnologia e do conhecimento. Afinal, uma sociedade que pretende superar as desigualdades n\u00e3o pode permitir que os instrumentos mais avan\u00e7ados de produ\u00e7\u00e3o e desenvolvimento humano permane\u00e7am concentrados nas m\u00e3os de poucos. A tecnologia deve servir ao povo, ao desenvolvimento nacional e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma nova gera\u00e7\u00e3o preparada para transformar a realidade brasileira.<\/p>\n<p>Por isso, o crescimento do interesse pelo socialismo n\u00e3o pode ser compreendido como uma moda passageira. Trata-se da express\u00e3o pol\u00edtica de uma juventude que busca respostas para problemas que o capitalismo n\u00e3o consegue solucionar. Quando milh\u00f5es de jovens encontram dificuldades para estudar, trabalhar, conquistar independ\u00eancia financeira e construir um projeto de vida digno, torna-se inevit\u00e1vel questionar as estruturas existentes e buscar novos horizontes.<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, o ataque constante ao socialismo revela, paradoxalmente, sua for\u00e7a pol\u00edtica. Quando a burguesia, os grandes meios de comunica\u00e7\u00e3o e os mecanismos de reprodu\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica do capitalismo dedicam esfor\u00e7os para combater as ideias socialistas, demonstram que essas ideias voltaram a ocupar espa\u00e7o relevante na disputa de consci\u00eancia da sociedade. O problema para esses setores n\u00e3o \u00e9 apenas o descontentamento social, mas a possibilidade de que esse descontentamento se organize politicamente em torno de um projeto transformador.<\/p>\n<p>Isso refor\u00e7a um desafio estrat\u00e9gico para as organiza\u00e7\u00f5es revolucion\u00e1rias: intensificar a disputa de ideias. A luta pol\u00edtica n\u00e3o acontece apenas nas ruas, nas escolas ou nas institui\u00e7\u00f5es. Ela ocorre tamb\u00e9m no terreno da cultura, da comunica\u00e7\u00e3o e da forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. \u00c9 necess\u00e1rio combater o anticomunismo, desmistificar preconceitos constru\u00eddos ao longo de d\u00e9cadas e apresentar de forma clara o que entendemos por socialismo, conectando esse projeto \u00e0s necessidades concretas da juventude.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, o debate sobre o socialismo no s\u00e9culo XXI n\u00e3o pode permanecer preso exclusivamente \u00e0s disputas do passado. A juventude quer discutir emprego, educa\u00e7\u00e3o, ci\u00eancia, tecnologia, sustentabilidade, democracia e qualidade de vida. O desafio das for\u00e7as progressistas \u00e9 demonstrar como um projeto de desenvolvimento nacional, soberano e socialista pode responder concretamente a essas demandas e oferecer um horizonte de esperan\u00e7a para as novas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Nesse sentido, experi\u00eancias contempor\u00e2neas de desenvolvimento, como a experi\u00eancia chinesa, aparecem frequentemente no debate como refer\u00eancias para refletir sobre a capacidade de combinar planejamento estatal, avan\u00e7o tecnol\u00f3gico, crescimento econ\u00f4mico e melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o. Independentemente das particularidades de cada processo hist\u00f3rico, essas experi\u00eancias contribuem para demonstrar que existem alternativas aos modelos neoliberais dominantes.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda uma disputa fundamental que atravessa a luta pol\u00edtica da nossa gera\u00e7\u00e3o: a disputa pelo significado do patriotismo brasileiro. Durante anos, setores da extrema-direita tentaram se apropriar dos s\u00edmbolos nacionais, sequestrando as cores verde e amarela, a bandeira e o sentimento de pertencimento ao Brasil para associ\u00e1-los a um projeto autorit\u00e1rio, antipopular e subordinado aos interesses estrangeiros. Essa tentativa n\u00e3o pode prevalecer.<\/p>\n<p>A juventude brasileira tem a responsabilidade de recuperar o verdadeiro sentido do patriotismo. Amar o Brasil n\u00e3o significa defender privil\u00e9gios ou reproduzir discursos de \u00f3dio. Amar o Brasil significa defender seu povo, sua soberania, sua cultura, suas riquezas naturais, sua democracia e seu direito de construir um caminho pr\u00f3prio de desenvolvimento. O patriotismo n\u00e3o pertence ao fascismo, n\u00e3o pertence \u00e0 extrema-direita e n\u00e3o pertence \u00e0s elites econ\u00f4micas. O patriotismo pertence ao povo brasileiro.<\/p>\n<p>Por isso, precisamos reafirmar que o Brasil \u00e9 dos brasileiros e que nossas cores tamb\u00e9m s\u00e3o. Vestir verde e amarelo n\u00e3o pode ser sin\u00f4nimo de intoler\u00e2ncia, autoritarismo ou exclus\u00e3o. Deve ser a express\u00e3o do orgulho de um pa\u00eds diverso, trabalhador, criativo e comprometido com a justi\u00e7a social. Resgatar os s\u00edmbolos nacionais para o campo popular \u00e9 tamb\u00e9m disputar consci\u00eancias, fortalecer a identidade nacional e construir um projeto coletivo capaz de unir a juventude em torno da defesa da soberania e do desenvolvimento do Brasil.<\/p>\n<p>O socialismo que defendemos n\u00e3o se op\u00f5e ao sentimento nacional; pelo contr\u00e1rio, nasce do compromisso profundo com o povo brasileiro e com a constru\u00e7\u00e3o de uma na\u00e7\u00e3o livre de qualquer forma de depend\u00eancia econ\u00f4mica, pol\u00edtica ou cultural. Defender um Brasil soberano e socialista \u00e9 tamb\u00e9m defender a bandeira nacional como s\u00edmbolo das lutas populares, da democracia e da esperan\u00e7a de um futuro melhor para todos os brasileiros.<\/p>\n<p>Por fim, permanece central o papel da juventude nas transforma\u00e7\u00f5es sociais. A hist\u00f3ria demonstra que os jovens estiveram presentes em momentos decisivos da luta pol\u00edtica brasileira, desde as mobiliza\u00e7\u00f5es estudantis at\u00e9 campanhas democr\u00e1ticas e populares que marcaram diferentes gera\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m hoje cabe \u00e0 juventude n\u00e3o apenas reivindicar melhorias imediatas, mas participar ativamente da constru\u00e7\u00e3o de um projeto nacional baseado na soberania, na democracia, nos direitos sociais e na perspectiva de supera\u00e7\u00e3o das desigualdades.<\/p>\n<p>N\u00f3s, que constru\u00edmos entidades estudantis e fortalecemos a organiza\u00e7\u00e3o da juventude em todo o Brasil, assumimos a responsabilidade de travar essa batalha pol\u00edtica e ideol\u00f3gica. Precisamos encontrar, filiar, formar e mobilizar os jovens que j\u00e1 demonstram disposi\u00e7\u00e3o para conhecer e construir um novo projeto de sociedade. Fortalecer nossas trincheiras significa fortalecer a esperan\u00e7a de um Brasil soberano, democr\u00e1tico e socialmente justo.<\/p>\n<p>O crescimento das ideias socialistas est\u00e1 diretamente ligado ao protagonismo da juventude e \u00e0 sua recusa em aceitar a desigualdade, a precariza\u00e7\u00e3o e a falta de perspectivas como algo natural. \u00c9 por isso que o lema do nosso congresso adquire um significado ainda mais profundo: o futuro n\u00e3o \u00e9 uma promessa distante. O futuro \u00e9 agora. E ele ser\u00e1 constru\u00eddo pela juventude na luta por um Brasil de esperan\u00e7a, soberano e socialista.<\/p>\n<p>__<\/p>\n<p><em>Texto escrito com a colabora\u00e7\u00e3o de:<\/em><\/p>\n<p><em>Mariana Chagas \u2013 Tesoureira<br \/>Kleyton Pimentel \u2013 Coordenador de Coletivo e Diretor de Gr\u00eamios<br \/>Paulo Viana- Rela\u00e7\u00f5es Institucionais<br \/>Arthur Melo- Comunica\u00e7\u00e3o<br \/>Elias Sim\u00f5es \u2013 Rela\u00e7\u00f5es Internacionais<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2026\/06\/15\/uma-nova-safra-de-socialistas-a-juventude-constroi-o-futuro-agora\/\">Uma nova safra de socialistas: a juventude constr\u00f3i o futuro agora<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/\">Vermelho<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/obra-da-cop30-vai-levar-esgoto-de-area-nobre-em-belem-para-comunidade-de-palafitas\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Vila-da-Barca-geral-1000x570-1-150x150.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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O texto chama aten\u00e7\u00e3o para um fen\u00f4meno cada vez mais evidente: o crescimento do interesse pelas ideias socialistas entre amplos setores da juventude, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[68047,840,19517,48232,132,3132,627],"tags":[],"class_list":["post-91901","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-capitalismo-e-tecnologia","category-desigualdade-social","category-geracao-z","category-juventude-brasileira","category-politica","category-soberania-nacional","category-socialismo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91901","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=91901"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/91901\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=91901"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=91901"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=91901"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}