{"id":93015,"date":"2026-06-23T16:48:21","date_gmt":"2026-06-23T19:48:21","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/para-uma-cartografia-do-colonialismo-digital\/"},"modified":"2026-06-23T16:48:21","modified_gmt":"2026-06-23T19:48:21","slug":"para-uma-cartografia-do-colonialismo-digital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/para-uma-cartografia-do-colonialismo-digital\/","title":{"rendered":"Para uma cartografia do Colonialismo Digital"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1357\" height=\"761\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/photo_5033266419386223712_w-1.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/photo_5033266419386223712_w-1.jpg 1357w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/photo_5033266419386223712_w-1-300x168.jpg 300w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/photo_5033266419386223712_w-1-768x431.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1357px) 100vw, 1357px\"><figcaption>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Semiperidiosmo.wordpress.com<\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<p><imgsrc=\"\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\".\" border=\"0\">\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Por <strong>Fabricio Solagna<\/strong>, no <em>OPlanoB<\/em><\/p>\n<p>Ao despertar com o alarme do smartphone, ao pedir um almo\u00e7o por aplicativo ou ao tra\u00e7ar a rota no GPS, a maioria das pessoas n\u00e3o sente o peso das engrenagens que sustentam esse sistema. O que se vende como progresso tecnol\u00f3gico \u00e9, muitas vezes, um cabresto digital, uma nova forma de a tecnologia se tornar imprescind\u00edvel, mesmo que nunca tenha sido realmente necess\u00e1ria. O \u201cfantasma na m\u00e1quina\u201d, aqui, n\u00e3o \u00e9 um erro de sistema, mas a perman\u00eancia de um projeto secular de controle e explora\u00e7\u00e3o sob a apar\u00eancia de atualiza\u00e7\u00e3o permanente.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma das conclus\u00f5es exploradas no artigo \u201cTecnologias de explora\u00e7\u00e3o: colonialismo, cotidiano e rela\u00e7\u00f5es de trabalho no capitalismo digital\u201d, publicado na <em>Revista Converg\u00eancia Cr\u00edtica, <\/em>no dossi\u00ea especial sobre Colonialismo Digital. Os pesquisadores Bruna Rocha (UFBA), C\u00e1ssio Santana (UFBA) e Paulo Victor Melo (Universidade Nova de Lisboa) buscam desvelar o v\u00e9u do Vale do Sil\u00edcio para mostrar como a l\u00f3gica das caravelas foi traduzida em c\u00f3digo, alicer\u00e7ando profundas desigualdades sob uma roupagem de modernidade.<\/p>\n<div>\n<div><imgsrc=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Prancheta--31.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Prancheta--31.png 680w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/Prancheta-4-300x110.png 300w\" sizes=\"(max-width: 680px) 100vw, 680px\" width=\"680\" height=\"250\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Se o colonialismo cl\u00e1ssico fincava bandeiras para extrair ouro e produtos agr\u00edcolas, o colonialismo digital perfura a subjetividade humana para extrair dados: \u00e9 o Capitalismo de Vigil\u00e2ncia. N\u00e3o se trata apenas de software, mas de uma \u201ccapitaliza\u00e7\u00e3o da vida humana sem limites\u201d.<\/p>\n<p>Os autores detalham que esse fen\u00f4meno estrangula o Sul Global em duas frentes. Uma dimens\u00e3o quantitativa, a partir da dissemina\u00e7\u00e3o agressiva de dispositivos e aplicativos que criam uma depend\u00eancia para o acesso ao trabalho, \u00e0 sa\u00fade e ao conv\u00edvio social, garantindo que o fluxo cont\u00ednuo de extra\u00e7\u00e3o de dados. Mas tamb\u00e9m haveria uma dimens\u00e3o qualitativa, j\u00e1 que as tecnologias n\u00e3o apenas coletam, mas tamb\u00e9m reorganizam a realidade, complexificando diferen\u00e7as sociais, culturais e raciais. \u00c9 o que Couldy &amp; Mejias chama de data relations em seu livro Costs of Connection (2019).<\/p>\n<p>A tecnologia \u00e9 vendida como uma r\u00e9gua objetiva e justa. Contudo, Rocha, Santana e Melo ressaltam, citando Aim\u00e9 C\u00e9saire, que \u201cningu\u00e9m coloniza inocentemente\u201d. O chamado \u201csolucionismo tecnol\u00f3gico\u201d seria a grande mentira da nossa era: a cren\u00e7a de que algoritmos resolver\u00e3o mazelas sociais que, na verdade, ajudam a aprofundar.<\/p>\n<p>O conceito de racismo algor\u00edtmico, proposto por Tarc\u00edzio Silva, \u00e9 citado pelos autores. Ele opera por meio de uma \u201cdupla opacidade\u201d: o segredo comercial que esconde a l\u00f3gica das m\u00e1quinas e a invisibiliza\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a como categoria estruturante. Sob o cap\u00f4 do c\u00f3digo, preconceitos hist\u00f3ricos s\u00e3o automatizados.<\/p>\n<p>Mas esses processos e l\u00f3gicas n\u00e3o estariam concernidos apenas nos c\u00f3digos, eles tamb\u00e9m est\u00e3o emaranhados em toda a infraestrutura. A \u201cnuvem\u201d n\u00e3o \u00e9 et\u00e9rea, ela pode ser comparada a uma mina submersa no solo congol\u00eas, banhada com a \u00e1gua amaz\u00f4nica. A eleg\u00e2ncia dos iPhones contrasta com o horror da extra\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio coltan (muito necess\u00e1rio para as baterias) na Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo. Enquanto o pa\u00eds det\u00e9m 75% das reservas desse mineral, apenas 23% da sua popula\u00e7\u00e3o acessa internet banda larga. O \u201ccusto da conex\u00e3o\u201d \u00e9 literalmente de sangue: a International Rights Advocates acusa as big techs de lucrarem com a explora\u00e7\u00e3o de trabalho infantil na \u00c1frica para que o Norte Global possa deslizar o dedo nas telas dos smartphones.<\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, a Mina de Pitinga, localizada em Presidente Figueiredo, cerca de 300km de Manaus, \u00e9 uma das maiores jazidas de estanho do mundo. De l\u00e1 se extrai quase a metade do t\u00e2ntalo produzido no Brasil. O paradoxo \u00e9 cruel: enquanto o territ\u00f3rio \u00e9 pilhado para fabricar a tecnologia, seus habitantes vivem no deserto digital, tornando-se dependentes de empresas como a Starlink para ter o m\u00ednimo de conectividade.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 sobre desigualdade. A Minera\u00e7\u00e3o Taboca, empresa que opera a Mina de Pitinga, \u00e9 acusada pela polui\u00e7\u00e3o e contamina\u00e7\u00e3o rio Alala\u00fa por metais pesados. Isso prejudica diretamente os ind\u00edgenas da Reserva Waimiri-Atroari. Eles denunciam h\u00e1 d\u00e9cadas a mortandade de peixes e o adoecimento da comunidade.<\/p>\n<div>\n<div><imgsrc=\"\" alt=\"\" width=\"728\" height=\"90\"><\/div>\n<\/div>\n<p>O capitalismo digital tamb\u00e9m teria sequestrado o tempo social de conv\u00edvio, j\u00e1 que todo tempo \u00e9 voltado para a produ\u00e7\u00e3o constante, j\u00e1 que tudo pode ser conte\u00fado para ser compartilhado e avaliado por likes, ou para viralizar nas redes sociais. A compreens\u00e3o do tempo, segundo Couldry e Hepp (2016), citado pelos autores, est\u00e1 intimamente ligada \u00e0s experi\u00eancias vividas por meio de suas rela\u00e7\u00f5es sociais. Na medida que essas rela\u00e7\u00f5es est\u00e3o cada vez mais mediadas pelas plataformas, elas ficam concentradas nos seus jardins murados das big techs.<\/p>\n<p>Somado a isso, Johanna Monagreda \u2013 citado no artigo \u2013 alerta para riscos que dilaceram a popula\u00e7\u00e3o negra: perda de privacidade, mercantiliza\u00e7\u00e3o da pobreza, automa\u00e7\u00e3o do racismo, perfilamento criminal, vigil\u00e2ncia excessiva, impacto na subjetividade e o apagamento do car\u00e1ter pol\u00edtico das lutas sociais.<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, as f\u00e1bricas tradicionais deram lugar a \u201cusinas digitais\u201d. Muniz Sodr\u00e9, outro autor citado no artigo, descreve a imaterializa\u00e7\u00e3o das for\u00e7as produtivas: o trabalhador n\u00e3o \u00e9 apenas vigiado, mas tamb\u00e9m \u201cnormalizado\u201d por m\u00e9tricas implac\u00e1veis de desempenho. A liberdade prometida pelo \u201cempreendedorismo\u201d \u00e9, na verdade, um chicote algor\u00edtmico.<\/p>\n<p>Dados do Centro Brasileiro de An\u00e1lise e Planejamento (Cebrap) exp\u00f5em a ferida racial da uberiza\u00e7\u00e3o no Brasil. Grande parte dos trabalhadores de transporte por aplicativo,, s\u00e3o precarizados, trabalhando por longas jornadas e aos finais de semana. Principalmente os trabalhadores que entregam comida sequer possuem o ensino fundamental, refletindo uma vida de direitos negados.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise mais provocativa de Rocha, Santana e Melo recai sobre o ambiente dom\u00e9stico. Historicamente, o trabalho de cuidado no Brasil \u00e9 o pilar da divis\u00e3o sexual e racial do trabalho, delegado a mulheres negras. A chegada das assistentes virtuais n\u00e3o rompe com essa hierarquia, mas a automatiza. Ao dar vozes femininas e submissas a dispositivos como a Alexa, o mercado evita discutir a real redistribui\u00e7\u00e3o das tarefas dom\u00e9sticas. O \u201cfardo\u201d \u00e9 transferido para um software, preservando os privil\u00e9gios de quem sempre delegou o cuidado.<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>\u201cA mulher escravizada foi substitu\u00edda por uma empregada precarizada, que foi substitu\u00edda por um rob\u00f4 com voz feminina; e quem nunca quis se implicar com os trabalhos de reprodu\u00e7\u00e3o da vida, seguir\u00e1 usufruindo dos benef\u00edcios hist\u00f3ricos de sua posi\u00e7\u00e3o de privil\u00e9gio.\u201d<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Mas haveria sa\u00eddas para um futuro implac\u00e1vel? Os autores se posicionam em um espectro de resist\u00eancia para afirmar que o colonialismo digital n\u00e3o \u00e9 um destino inevit\u00e1vel, mas um sistema de escolhas. Para combat\u00ea-lo, seria necess\u00e1rio perfurar a \u201cdupla opacidade\u201d: entender como os algoritmos funcionam e denunciar como eles invisibilizam o racismo estrutural.<\/p>\n<p>As conclus\u00f5es dos autores apontam para uma urg\u00eancia: alcan\u00e7ar a soberania popular tecnol\u00f3gica. N\u00e3o basta o Sul Global ser usu\u00e1rio de ferramentas alheias mas \u00e9 necess\u00e1rio que territ\u00f3rios e grupos racializados produzam suas pr\u00f3prias tecnologias. A justi\u00e7a racial no s\u00e9culo XXI exige que a inova\u00e7\u00e3o deixe de ser um instrumento de extra\u00e7\u00e3o e se torne uma ferramenta de liberta\u00e7\u00e3o, devolvendo \u00e0s comunidades o controle sobre seu tempo, seus dados e suas pr\u00f3prias vidas, concluem os autores.<\/p>\n<p>O estudo de Rocha, Santana e Melo funciona como um grande apanhado de dados e autores cr\u00edticos ao sistema colonial digitalizado. O trabalho se encaixa no eixo de pesquisa Capitalismo de Vigil\u00e2ncia a partir do Sul Global da pesquisa do OPlanoB, que trata das assimetrias de poder e das resist\u00eancias evidenciadas a partir do Sul Global. Esse estudo espec\u00edfico, inclusive, traz algo recorrente em diversas outras pesquisas: a quest\u00e3o ambiental e sua rela\u00e7\u00e3o sin\u00e9rgica com a expans\u00e3o do Capitalismo de Vigil\u00e2ncia e das IAs. Al\u00e9m disso, discute a necessidade de uma sa\u00edda por meio da soberania digital, como forma de enfrentamento da l\u00f3gica neocolonial.<\/p>\n<p>Para ler o artigo: <u>https:\/\/doi.org\/10.22409\/rcc.v1i21.64470<\/u><\/p>\n<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. Se voc\u00ea valoriza nossa produ\u00e7\u00e3o, seja nosso apoiador e fortale\u00e7a o jornalismo cr\u00edtico: <strong>apoia.se\/outraspalavras<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>The post Para uma cartografia do Colonialismo Digital appeared first on Outras Palavras.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/atos-denunciam-violencia-sexual-contra-a-mulher-no-distrito-federal\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Atos denunciam viol\u00eancia sexual contra a mulher no...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-queda-de-energia-prejuizo\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">A queda de energia, preju\u00edzo<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/relatorio-de-claudio-castro-aos-eua-fragiliza-soberania-nacional\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Captura-de-Tela-2025-10-29-as-194051-2048x1332-1-150x150.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Relat\u00f3rio de Cl\u00e1udio Castro aos EUA fragiliza sobe...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/lula-exalta-maior-operacao-contra-o-crime-organizado-da-historia\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Lula exalta \u2018maior opera\u00e7\u00e3o contra o crime organiz...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Espolia\u00e7\u00e3o das riquezas minerais do Sul, em condi\u00e7\u00f5es laborais degradantes. \u201cNormaliza\u00e7\u00e3o\u201d do trabalho em todo o mundo, segundo padr\u00f5es das big techs. Apagamento das mulheres e pessoas negras. Artigo sumariza as amea\u00e7as e prop\u00f5e caminhos para justi\u00e7a racial e geopol\u00edtica<\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/tecnologiaemdisputa\/para-uma-cartografia-do-colonialismo-digital\/\">Para uma cartografia do Colonialismo Digital<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/\">Outras Palavras<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":93016,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[70255,8007,70256,70257,4385,98,33347,70258,6219,70259,70260,70261,20500,22348,4543,8292,70262,5498,1482,5493],"tags":[],"class_list":["post-93015","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cabresto-digital","category-capitalismo-digital","category-capitalizacao-da-vida-humana","category-codigos","category-colonialismo-digital","category-desigualdades","category-extracao-de-dados","category-grupos-racializados","category-ia","category-invisibilizacao-da-raca","category-logica-neocolonial","category-neocolinialismo","category-norte-global","category-progresso-tecnologico","category-racismo-algoritmico","category-sistema","category-sistema-colonial-digitalizado","category-soberania-digital","category-sul-global","category-tecnologia-em-disputa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93015","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=93015"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93015\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/93016"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=93015"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=93015"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=93015"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}