{"id":94556,"date":"2026-07-06T17:23:08","date_gmt":"2026-07-06T20:23:08","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/i-escola-de-agrofloresta-do-semiarido-fortalece-a-agroecologia-nos-territorios-de-reforma-agraria\/"},"modified":"2026-07-06T17:23:08","modified_gmt":"2026-07-06T20:23:08","slug":"i-escola-de-agrofloresta-do-semiarido-fortalece-a-agroecologia-nos-territorios-de-reforma-agraria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/i-escola-de-agrofloresta-do-semiarido-fortalece-a-agroecologia-nos-territorios-de-reforma-agraria\/","title":{"rendered":"I Escola de Agrofloresta do Semi\u00e1rido fortalece a agroecologia nos territ\u00f3rios de Reforma Agr\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"580\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7023-dest.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7023-dest-1024x580.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7023-dest-300x170.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7023-dest-768x435.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7023-dest-1536x870.jpeg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7023-dest.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Ravi Pacheco<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Por Morgana Souza | Coletivo de Comunica\u00e7\u00e3o do MST<br \/>Da P\u00e1gina do MST<\/em><\/p>\n<blockquote>\n<p><em>Bara\u00fana, jurema e aroeira<br \/>Ingazeira, juc\u00e1 e marmeleiro,<br \/>Feij\u00e3o bravo, pedreiro e catingueira,<br \/>Barriguda, algaroba e umbuzeiro.<br \/>Esse \u00e9 s\u00f3 o come\u00e7o do invent\u00e1rio<br \/>Que avistei ao passar pelo cen\u00e1rio<br \/>Que pisou o meu povo antigamente.<br \/>Ao sentir a floresta pelo ch\u00e3o,<br \/>Constatei sob a minha inspira\u00e7\u00e3o<br \/>Que a floresta, hoje, \u00e9 a gente.\u201d<br \/><sub>(Caio Meneses)<\/sub><\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>De 1 a 5 de julho, militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) de todos os estados do Nordeste, al\u00e9m de Minas Gerais, participaram da I\u00aa Escola de Agrofloresta do Semi\u00e1rido, um espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o voltado ao fortalecimento da agroecologia e da Reforma Agr\u00e1ria Popular em territ\u00f3rios do Semi\u00e1rido.\u00a0<\/p>\n<p>A atividade reuniu cerca de 50 participantes, entre coordena\u00e7\u00e3o pol\u00edtico pedag\u00f3gica, educandos, educadoras e t\u00e9cnicos para aprofundar conhecimentos sobre sistemas agroflorestais, a realidade socioambiental da regi\u00e3o e estrat\u00e9gias de amplia\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/especiais\/\">Plano Nacional Plantar \u00c1rvores, Produzir Alimentos Saud\u00e1veis<\/a> nos territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o articulou momentos de estudo, semin\u00e1rios, pr\u00e1ticas de campo, interc\u00e2mbio de experi\u00eancias e atividades culturais. Entre os temas debatidos estiveram a conjuntura agr\u00e1ria e ambiental, a forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do Semi\u00e1rido, os princ\u00edpios da agrofloresta, os desafios da crise clim\u00e1tica e as estrat\u00e9gias para fortalecer a produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis nos assentamentos e acampamentos.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6828.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6828-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6828-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6828-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6828-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6828.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/figure>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7316.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7316-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7316-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7316-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7316-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7316.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Fotos: Ravi Pacheco<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Nos primeiros dias da forma\u00e7\u00e3o, os educandos refletiram sobre a quest\u00e3o ambiental a partir da conjuntura pol\u00edtica nacional e internacional, relacionando os impactos do avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio, da concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sobre os territ\u00f3rios camponeses. Tamb\u00e9m foram apresentados os objetivos do Plano Nacional Plantar \u00c1rvores, Produzir Alimentos Saud\u00e1veis como ferramenta de enfrentamento \u00e0 crise ambiental e no fortalecimento da soberania alimentar.<\/p>\n<p>Outro momento de destaque foi o debate sobre o Semi\u00e1rido, a Caatinga e a forma\u00e7\u00e3o social do campesinato nordestino, reafirmando a necessidade de romper com a vis\u00e3o historicamente constru\u00edda de que a regi\u00e3o \u00e9 marcada apenas pela escassez. A discuss\u00e3o destacou a riqueza ecol\u00f3gica da Caatinga, os saberes acumulados pelas comunidades e as potencialidades da conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido.<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m contou com atividades pr\u00e1ticas voltadas \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o e ao manejo de sistemas agroflorestais, permitindo que os conhecimentos debatidos em sala fossem vivenciados coletivamente. As visitas de campo e os interc\u00e2mbios fortaleceram a troca de experi\u00eancias entre os diferentes estados, contribuindo para a constru\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias comuns de organiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6379.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6379-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6379-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6379-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6379-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_6379.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/figure>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/MG_5981.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/MG_5981-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/MG_5981-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/MG_5981-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/MG_5981-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/MG_5981.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Fotos: Ravi Pacheco<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>As pr\u00e1ticas foram realizadas em um lote de um hectare no assentamento Quebra Quilo, em Campina Grande (PB), onde a turma implantou um sistema agroflorestal voltado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de forragem para alimenta\u00e7\u00e3o animal. Entre as esp\u00e9cies cultivadas estiveram mulungu, catingueira, angico, aroeira e gliric\u00eddia, entre outras adaptadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do Semi\u00e1rido. Organizados em quatro esta\u00e7\u00f5es de trabalho, os participantes realizaram atividades de manejo, plantio, poda e implanta\u00e7\u00e3o de cerca viva, colocando em pr\u00e1tica os conhecimentos constru\u00eddos ao longo da forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa troca de saberes tamb\u00e9m evidenciou a diversidade dos territ\u00f3rios que comp\u00f5em o Semi\u00e1rido brasileiro e a import\u00e2ncia de compreender suas especificidades. Para a educanda Paula, do MST de Minas Gerais, a Escola representou uma oportunidade de aprofundar um debate que vem sendo constru\u00eddo no estado, reconhecendo que parte significativa do territ\u00f3rio mineiro tamb\u00e9m integra o Semi\u00e1rido.<\/p>\n<p>\u201cPara n\u00f3s, de Minas Gerais, foi muito importante participar da I Escola de Agrofloresta do Semi\u00e1rido, porque temos buscado aprofundar esse debate dentro do MST, entendendo que boa parte do nosso territ\u00f3rio tamb\u00e9m faz parte do Semi\u00e1rido e precisa de um olhar diferenciado sobre como pensar o desenvolvimento e a organiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o nesse territ\u00f3rio. Conhecer as pol\u00edticas espec\u00edficas, os arranjos produtivos e os manejos pr\u00f3prios dessa realidade fortalece nossa atua\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Segundo Paula, a forma\u00e7\u00e3o ampliou a compreens\u00e3o sobre a diversidade do Semi\u00e1rido e fortaleceu a constru\u00e7\u00e3o coletiva entre os estados.<\/p>\n<p>\u201cTer a oportunidade de estar aqui junto com os estados do Nordeste, fazendo essa reflex\u00e3o em conjunto, entendendo que Minas Gerais tamb\u00e9m comp\u00f5e o Semi\u00e1rido, \u00e9 muito importante. Voltamos para nosso estado com o desafio de ampliar esse debate, compreendendo que temos um Semi\u00e1rido diverso, com Caatinga, Cerrado e Mata Atl\u00e2ntica, e que essa realidade exige formas pr\u00f3prias de produzir, conservar a natureza e organizar nossos territ\u00f3rios.\u201d<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7536.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7536-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7536-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7536-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7536-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_7536.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Ravi Pacheco<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Para Matheus Mendes, da Executiva Nacional do Plano Nacional Plantar \u00c1rvores, Produzir Alimentos Saud\u00e1veis, a realiza\u00e7\u00e3o da Escola representou um marco para o Movimento na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cA I Escola de Agrofloresta do Semi\u00e1rido representa um passo hist\u00f3rico na constru\u00e7\u00e3o da Reforma Agr\u00e1ria Popular e na consolida\u00e7\u00e3o do Plano Nacional Plantar \u00c1rvores, Produzir Alimentos Saud\u00e1veis nos estados da regi\u00e3o. Mais do que um espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o, a Escola reafirma que a agrofloresta ocupa um lugar estrat\u00e9gico na disputa por um novo modelo de desenvolvimento para o Semi\u00e1rido brasileiro, baseado na soberania alimentar, na restaura\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios e na organiza\u00e7\u00e3o popular.\u201d<\/p>\n<p>Segundo ele, a atividade consolidou uma compreens\u00e3o constru\u00edda coletivamente entre os participantes: diante da crise clim\u00e1tica, da desertifica\u00e7\u00e3o, da concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e do avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio sobre os bens comuns da natureza, plantar \u00e1rvores e produzir alimentos saud\u00e1veis constitui uma a\u00e7\u00e3o profundamente pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Matheus destacou ainda que a atividade reafirmou uma perspectiva hist\u00f3rica defendida pelos povos do Semi\u00e1rido, de que esse territ\u00f3rio n\u00e3o \u00e9 condenado pela seca, como historicamente se tentou fazer acreditar. \u201c\u00c9 um bioma rico em biodiversidade, conhecimento popular e capacidade produtiva. O verdadeiro problema sempre foi o modelo de desenvolvimento imposto \u00e0 regi\u00e3o, que concentra terra, \u00e1gua e riqueza, enquanto aprofunda as desigualdades sociais e ambientais. A agrofloresta surge, nesse contexto, como express\u00e3o concreta da conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido, articulando produ\u00e7\u00e3o, restaura\u00e7\u00e3o ambiental, gera\u00e7\u00e3o de renda e fortalecimento das comunidades.\u201d<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"658\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_0584-01.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_0584-01-1024x658.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_0584-01-300x193.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_0584-01-768x493.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_0584-01-1536x986.jpeg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/IMG_0584-01.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Ravi Pacheco<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Ao longo da programa\u00e7\u00e3o, a I\u00aa Escola de Agrofloresta do Semi\u00e1rido consolidou-se como um importante espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e t\u00e9cnica para fortalecer a produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica, ampliar o Plano Nacional Plantar \u00c1rvores, Produzir Alimentos Saud\u00e1veis e fortalecer a organiza\u00e7\u00e3o popular nos territ\u00f3rios da Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Ao reunir militantes de diferentes estados e promover o interc\u00e2mbio de conhecimentos, a iniciativa reafirmou a agrofloresta como estrat\u00e9gia de conviv\u00eancia com o Semi\u00e1rido e de constru\u00e7\u00e3o da Reforma Agr\u00e1ria Popular, baseada na soberania alimentar, na recupera\u00e7\u00e3o ambiental e na organiza\u00e7\u00e3o coletiva dos povos do campo.\u00a0<\/p>\n<p><em>*Editado por Solange Engelmann<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/07\/06\/i-escola-de-agrofloresta-do-semiarido-fortalece-a-agroecologia-nos-territorios-de-reforma-agraria\/\">I Escola de Agrofloresta do Semi\u00e1rido fortalece a agroecologia nos territ\u00f3rios de Reforma Agr\u00e1ria<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/\">MST<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/em-bilaterais-conselheiros-de-seguranca-do-brics-discutem-cooperacao-e-apoio-mutuo-entre-os-paises-membros\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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