Da base à presidência: Edson Fedelino representa o enraizamento do PT popular

/ Editor: José Alfredo | Agência Rede PT Ribeirão
Compartilhe:

Rede Social

Da base à presidência: Edson Fedelino representa o enraizamento do PT popular

Com apoio de Jorge Roque, nova presidência reafirma o compromisso com a militância, a formação política e a defesa intransigente do SUS

Em entrevista concedida ao jornalista José Fernando Chiavenatto, o novo presidente do PT de Ribeirão Preto, Edson Fedelino, apresentou as diretrizes que devem orientar sua gestão à frente do partido, com forte ênfase na reconstrução da militância de base, na valorização dos trabalhadores e na retomada do projeto político popular do Partido dos Trabalhadores.


A entrevista, transmitida ao vivo pelo YouTube, abordou temas como formação política, alianças eleitorais, a defesa intransigente do SUS e a crítica ao avanço da lógica neoliberal nas relações sociais. Fedelino, que tem uma longa trajetória no movimento sindical da saúde, reafirmou seu compromisso com um partido conectado às lutas reais da classe trabalhadora.

“Nosso desafio não é só disputar eleição. É reconstruir um projeto de sociedade”, afirmou, em tom firme e sereno, ao defender a centralidade da formação política e do trabalho de base como pilares da nova fase do PT local.

Continuidade com a gestão Jorge Roque

A eleição de Edson Fedelino representa a continuidade de um ciclo virtuoso no diretório municipal do PT. Sua candidatura à presidência contou com o apoio firme do presidente Jorge Roque, com quem construiu uma trajetória comum no fortalecimento partidário, na defesa do projeto nacional liderado por Lula e na consolidação da unidade interna.


Durante a entrevista, embora sem menções diretas, as propostas apresentadas por Fedelino dialogam com o legado da gestão anterior — marcada pela reestruturação organizativa do partido, fortalecimento da comunicação, presença nas redes e protagonismo nos debates locais.


A nova presidência reafirma os princípios da CNB e do campo democrático-popular, agora com ênfase renovada na militância de base, sem abrir mão do projeto coletivo iniciado por Roque e amplamente aprovado nas urnas internas do PED 2025.


Formação e resgate da identidade petista

Com forte identidade petista, Edson destacou a importância da escola sindical e das experiências de formação popular vividas nas décadas anteriores. Para ele, o PT precisa recuperar sua capacidade de dialogar com o povo e formar lideranças comprometidas com a transformação social.

“Precisamos formar militantes que entendam a política, que saibam falar com o povo. A juventude está sendo sequestrada por uma lógica de competição, de empreendedorismo, de performance. É nosso papel resgatar um outro horizonte de vida, de solidariedade, de direitos e de luta coletiva”, afirmou.

Saúde pública como bandeira estratégica

Com décadas de atuação no SindSaúde e no SUS, Fedelino defendeu que o Partido dos Trabalhadores assuma com mais força a pauta da saúde pública como parte de seu projeto estratégico para o Brasil e para os municípios. Criticou a precarização das relações de trabalho e defendeu concursos públicos como política permanente de valorização do serviço público.

“O SUS não é apenas um sistema de atendimento — é um projeto civilizatório. Quando o PT o defende, está defendendo a vida, a dignidade e a soberania popular.”

Alianças com critério político

Ao comentar sobre o cenário eleitoral, o novo presidente foi direto: alianças devem ser feitas com base em princípios e projeto, e não por conveniência ou sobrevivência eleitoral.

“Se for pra fazer aliança, que seja com quem defende o SUS, a escola pública e a soberania popular. O pragmatismo não pode engolir o nosso programa.”

Essa postura sinaliza uma direção mais conectada às lutas sociais e menos sujeita à lógica da conciliação sem conteúdo. Ao mesmo tempo, Fedelino valorizou a construção de frentes amplas da esquerda, desde que alinhadas a um projeto político comum, com centralidade na luta contra o bolsonarismo e na defesa das conquistas sociais.


Um novo ciclo de mobilização

Ao final da entrevista, Edson Fedelino reforçou que a militância petista em Ribeirão Preto será chamada à ação:

“Queremos um PT nos bairros, nos sindicatos, nos movimentos. Um PT que forma, escuta e organiza. A cidade precisa do partido. E nós precisamos do povo para reconstruir a cidade.”

Com Edson Fedelino na presidência, o PT de Ribeirão Preto inaugura um novo ciclo de mobilização, formação e enraizamento popular. Um partido com memória, mas também com ousadia para enfrentar os desafios do presente — com unidade, continuidade e coragem política.


Confira a entrevista completa aqui: 




---
SeCom - Secretaria de Comunicação do PT de Ribeirão Preto Seja Companheiro, faça sua doação ao PT de Ribeirão Preto

Comentários