Menicucci: Governo golpista é insensível aos direitos das mulheres
foto: Lula Marques / Agência PT
Secretária de Mulheres de Dilma afirma que governo Temer é “conservador, machista, patriarcal e classista” e impõe retrocessos às mulheres
A secretária de Políticas para as Mulheres do governo eleito, Eleonora Menicucci, considera que, independente de posições pessoais, quem ocupar a Secretaria precisa cumprir a lei.
O comentário faz referência ao nome da nova titular da secretaria do governo golpista de Michel Temer, Fátima Pelaes, que declarou ser contra o aborto, mesmo em casos de estupro.
“Ela pode ter opinião, é direito dela. Mas a posição dela não pode interferir de jeito nenhum como gestora pública nas políticas públicas e permitir que as mulheres sofram por causa de um estupro. Então ela, como gestora pública, tem obrigação de seguir a lei”, afirmou Menicucci, em entrevista exclusiva à Agência PT de Notícias.
A legislação brasileira prevê o aborto legal em três situações: quando há risco de vida para a mulher causado pela gravidez; quando a gravidez é resultante de um estupro; ou se o feto for anencefálico.
À frente das políticas para as mulheres do governo da presidenta eleita Dilma Rousseff por quase cinco anos, Eleonora Menicucci falou sobre os retrocessos de direitos das mulheres impostos por esse governo “conservador, machista, patriarcal e classista”.
Eleonora Menicucci ao lado da presidenta eleita Dilma Rousseff. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A secretária de Políticas para as Mulheres do governo eleito, Eleonora Menicucci, considera que, independente de posições pessoais, quem ocupar a Secretaria precisa cumprir a lei.
O comentário faz referência ao nome da nova titular da secretaria do governo golpista de Michel Temer, Fátima Pelaes, que declarou ser contra o aborto, mesmo em casos de estupro.
“Ela pode ter opinião, é direito dela. Mas a posição dela não pode interferir de jeito nenhum como gestora pública nas políticas públicas e permitir que as mulheres sofram por causa de um estupro. Então ela, como gestora pública, tem obrigação de seguir a lei”, afirmou Menicucci, em entrevista exclusiva à Agência PT de Notícias.
A legislação brasileira prevê o aborto legal em três situações: quando há risco de vida para a mulher causado pela gravidez; quando a gravidez é resultante de um estupro; ou se o feto for anencefálico.
À frente das políticas para as mulheres do governo da presidenta eleita Dilma Rousseff por quase cinco anos, Eleonora Menicucci falou sobre os retrocessos de direitos das mulheres impostos por esse governo “conservador, machista, patriarcal e classista”.
Presidenta Dilma durante cerimônia de inauguração da Casa da Mulher Brasileira. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Firme, Menicucci garante que as mulheres devem “lutar, pressionar, falar e não aceitar os retrocessos” e manter as mobilizações contra o golpe.
“Porque isso tudo é consequência do golpe. Essa consequência é muito dramática e mais forte para as mulheres, os pobres, gays, lésbicas. Por isso mulheres, não se acanhem. Nós precisamos defender a democracia e a nossa presidenta, a primeira mulher eleita e reeleita à presidência”, acrescentou.
Por Luana Spinillo, da Agência PT de Notícias
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