Capital em vigília: O drama dos trabalhadores noturnos

Avançam no país serviços 24h, mesmo em atividades não-essenciais. Direito a jornadas menores é negado aos empregados, por meio de manipulação da lei. Doenças, risco de acidentes e privação da vida social são os resultados. “Semana francesa” é bandeira contra exploração
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