O ministro da Fazenda Fernando Haddad afirmou que o campo democrático não pode trabalhar com a possibilidade de derrota nas eleições de 2026 e alertou para a necessidade de mobilização política diante do cenário de disputa. “Não podemos considerar a hipótese de um retrocesso em outubro”, disse, ao tratar do momento político durante as discussões ligadas ao 8º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores.
Segundo Haddad, a eleição será decisiva para definir a continuidade ou a interrupção das políticas em curso. “Está em jogo o que foi reconstruído até aqui”, afirmou, ao defender que o debate eleitoral deve ser conduzido a partir dos resultados e das propostas para o país.
Disputa exige mobilização e clareza de projeto
Ao longo de sua fala, o ministro destacou que o cenário exige organização e capacidade de comunicação. “A gente precisa mostrar o que foi feito e o que ainda precisa ser feito”, disse, ao apontar a importância de dialogar com a população a partir de dados concretos e propostas.
Haddad também ressaltou que a disputa não se limita ao campo econômico. “É uma disputa de projeto de país”, afirmou, ao indicar que o enfrentamento com a extrema direita envolve dimensões políticas, sociais e institucionais.
Para o ministro, o momento exige coesão e estratégia. “Não dá para subestimar o que está em jogo”, disse, ao reforçar a necessidade de articulação entre governo, partido e base social para sustentar um novo ciclo de desenvolvimento.
