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Presidente do PT, Edinho Silva coloca unidade e mobilização no centro da campanha nacional

Coube a Edinho Silva formalizar a candidatura de Lula e Alckmin e apresentar o papel reservado ao PT na campanha. O presidente da sigla concentrou sua fala na unidade dos partidos, dos movimentos sociais e das estruturas estaduais que participaram da construção da convenção.

“Ninguém nesse país tem a capacidade de transformação que nós temos”, afirmou Edinho, ao defender que a organização será o principal diferencial da campanha. O discurso deslocou a responsabilidade pela eleição do candidato para a aliança que reúne sete partidos e para os palanques formados nos estados.

Edinho definiu o pleito como uma escolha sobre o legado que será deixado às próximas gerações e afirmou que o resultado brasileiro terá repercussão na América do Sul e na América Latina. Ao comparar os projetos, citou soberania, transição energética, ciência, tecnologia e igualdade de oportunidades como temas que deverão orientar a campanha.

“É uma escolha de que legado nós vamos deixar para as próximas gerações”, resumiu o presidente do PT.

A fala do presidente do PT também marcou uma passagem da etapa interna para a disputa aberta. Depois da homologação, a próxima agenda nacional será o ato de 16 de agosto no Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. A data coincide com o início oficial da propaganda eleitoral.