Certas tradutibilidades incontornáveis: breve comentário sobre o novo livro de Marcos Aurélio da Silva
Por Rita M. Coitinho A expressão que dá nome a essa breve apresentação da obra recém-lançada por Marcos Aurélio da Silva foi extraída da orelha do livro, escrita por Manoel Fernandes de Sousa Neto. Este chama atenção para o fato de que o trabalho de Silva promove, em um texto denso e relativamente curto, um reencontro com as categorias inovadoras tecidas por Milton Santos, cujas pistas estavam […]
‘O Último Azul’: Distopia, estranhamento, redenção (por André D. Pares)
O tema não é o etarismo, como parece, ele funciona como armadilha a uma simbolização cinematográfica palatável na atual conjuntura brasileira
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